Vamos Plantar Esperança permitiu reflorestar àrea ardida em Ferreira do Zêzere (c/ vídeos)

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Vamos Plantar Esperança permitiu reflorestar àrea ardida em Ferreira do Zêzere

Desde crianças de tenra idade aos adultos, desde simples cidadãos a autoridades, a iniciativa Vamos Plantar Esperança mobilizou também desportistas, escuteiros ou elementos da esfera política, todos exibiam com orgulho as mãos sujas com terra.

O sentimento de bem estar falava mais alto, porque cada árvore que plantavam, sentiam que algo útil estava a ser feito, por si, pelos outros e por Ferreira do Zêzere.

Para Luís Graça, Presidente do Clube de Atletismo de Ferreira do Zêzere e mentor do Trail do Zêzere, cuja prova permitiu adquirir algumas centenas de árvores, este gesto foi “a revolta de uma terra, de um país. Com esta questão dos incêndios, é o pouco que nós podemos dar para dar a volta a questão, plantando novas árvores”

Para Pedro Mendes, Comando Operacional da Proteção Civil Municipal de Ferreira do Zêzere, que de mãos sujas e sorriso estampado no rosto ia acompanhando os trabalhos, “esta iniciativa tem em vista a mobilização da população, em torno de um problema ou de uma fase da proteção civil, porque a proteção civil é também a fase da recuperação e sendo esta área uma das áreas atingidas pelo incêndio, é importante garantir essa recuperação, que pode ser feita por qualquer meio contratado.”

“Mas Penso que tem muito mais valor se houver a participação ativa dos cidadãos e principalmente de jovens cidadãos, que é preciso sensibilizar e formar neste âmbito, porque para reflorestar é também sensibilizar, ensinar os mais pequenos, porque os grandes, apesar de serem muito defensores e muito preocupados nas redes sociais, na prática, não aparecem, porque realmente de manhã é mais fácil ficar a dormir.”

“Dar uns bitaites nas redes sociais é muito mais fácil, daí que muitos dos grandes defensores de vamos reflorestar, pôr as espécies autóctones e proteger o nosso ambiente, são ambientalistas de rede social, de secretária, mas meter as mãos no terreno…”

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